Arquivo da categoria ‘Deus é Meu Pai, Nosso Pai

O menino que com sua enfermidade converteu muitas pessoas.

aleteia.org

O menino que com sua enfermidade converteu muitas pessoas
Várias correntes de oração, de 72 horas contínuas, que muitas pessoas se uniram para rezar por 15 minutos, e as mais de 23 mil “Ave-Marias” que se ofereceram pela saúde de Mateo

SIAME

Ainda não tinha completado seus três aninhos, quando a vida surpreendeu Mateo. Seus pais, Malena Canales e Armando Vazquez, nunca imaginaram a batalha que enfrentariam, depois que no passado 18 de janeiro, enquanto brincava no parque, o pequeno lhes disse: “Está doendo minha barriguinha, quero vomitar”.

Esse mal estar, que parecia simples –sobretudo em um menino são– em poucos dias se converteu em um devastador diagnóstico: “Hepatoblastoma”, um tumor cancerígeno que se tinha se apoderado praticamente de todo o fígado, com risco de se propagar nos pulmões, e a a vida do menino estava pendurada por um fio.

A notícia afetou gravemente seu matrimônio; seu único filho tinha câncer, “ podia morrer”, mas tinha faz algo. “Nós não éramos muito apegados à religião, mas quando nos confirmaram o diagnóstico, decidimos por-nos nas mãos de Deus e da Santíssima Virgem; pedimos que nos levasse adiante, que nos acompanhasse no caminho e nos permitissem ter Mateo por muitos anos mais”, relata Malena.

Tomados pela mão de Deus e da Virgem, encontraram a força para enfrentar os seis meses que durou a difícil batalha para vencer o câncer de Mateo, que hoje é uma feliz realidade.

Com lágrimas nos olhos, Malena compartilha alguns dos momentos mais difíceis, desde os inumeráveis estudos clínicos a que foi submetido o pequeno, até as seis quimioterapias que recebeu para diminuir o tumor, cujos efeitos quase lhe custam a vida.

Porém isso era só o princípio, porque mesmo conseguindo reduzir o tamanho do tumor, Mateo necessitava de um trasplante de fígado, porque em princípios de julho foi submetido a uma cirurgia para receber um pedacinho do fígado sadio que lhe doou seu próprio pai.

A operação, em que participaram 27 médicos, durou 15 horas, com risco de morte para Mateo e seu papai. “Rezei muito. Meu esposo, graças a Deus, saiu bem, mas Mateo ficou no centro cirúrgico. Quando saiu, o levaram para a terapia intensiva, conetado a mais de 12 tubos, pálido, frio, com uma hemorragia muito forte e a advertência de que podia morrer essa noite; senti que não podia mais. Nesse momento disse ao Senhor: ‘sustenta-me, e se meu filho sair desta, será para glória tua’”.

Malena reconhece que houve momentos de dúvidas: “às vezes, quando alguém me dizia ‘que se faça a vontade de Deus’, sentia como se fosse uma grosseria, porque nos custava muito compreender que a vontade de Deus é boa, que nunca faz nada para nos fazer sofrer, e mesmo Ele nos levando até o fundo, pouco a pouco nos ia tirando; então dizíamos ‘perdoa-nos por fraquejar’”.

Mateo e seus papais nunca estiveram sozinhos, “o amor de Deus se mostrou no rosto da família e amigos, amigos dos amigos, e em pessoas que nem conhecemos”, explica Malena ao se referir às várias correntes de oração, de 72 horas contínuas, que muitas pessoas se uniram para rezar por 15 minutos, e as mais de 23 mil “Ave-Marias” que se ofereceram pela saúde de Mateo.

“Nos chegam e-mails de pessoas de toda parte, contando-nos como a história de Mateo mudou suas vidas, agradecendo ao meu filho porque lhes ajudou a saber que Deus existe; gente que nos disse ‘eu não sabia rezar o Rosário e agora o faço diariamente por Mateo’”, acrescenta.

“Porque Deus nos Ama”

É a resposta contundente que Malena e Armando têm para a pergunta: ‘porque nós?’, que tantas vezes se fizeram durante o processo. “Hoje temos claro que Deus nos ama tanto que permitiu que todo isto acontecesse para nos salvar como família, porque nosso matrimônio estava um pouco desgastado, e agora somos muito mais unidos, oramos juntos, temos um plano de vida os três, nos demos conta de como vivíamos mal nossa religião”.

“Mateo foi o instrumento de Deus em tudo isto; ele conseguiu unir em oração toda a família e tanta gente mais, nele Deus nos mostrou seu amor infinito e misericordioso, e o seguirá fazendo porque a história de Mateo não termina com o câncer, as pessoas têm que saber que Deus nos ama, e que mesmo nas tormentas, quando diz já não posso mais com o medo, com a dor, Deus sempre está dizendo para você ‘fica tranquila, deixa para mim”, concluiu Malena.

Mesmo com o câncer controlado, nestes dias Mateo regressou ao hospital para receber a última quimioterapia a fim de acabar com qualquer possibilidade de uma metástase.

Conheça mais sobre a história de Mateo e como pode apoiar sua família através do Facebook, na página ‘Ayudemos a Mateo’, e no Twitter: @por_mateo
Artigo originalmente publicado por SIAME

http://www.aleteia.org/es/estilo-de-vida/contenido-agregado/el-nino-que-con-su-enfermedad-convirtio-a-muchos-5897402556874752

Adotaram uma criança especial, e pedem que se fomente a acolhida para fazer frente ao aborto.

alfayomega.es

Adotaram uma criança especial, e pedem que se fomente a acolhida para fazer frente ao aborto

Notícia digital – 24 de julho 2014 – alfayomega.es

«É tremendo» o que o dano psicológico que um filho com incapacidade possa provocar em seus pais «possa ser suficiente para truncar uma vida».
No entanto, «escandalizar-se mas não fazer que se torne uma carga pesada o drama pessoal nos parece uma posição ideológica, estéril e até contra-producente».
Falam Juan e Clara, um casamento que há dez anos abriu sua casa para Peter, um menino de 14 meses com espinha bífida. Peter é incontrolável, e esse foi o título do curta metragem sobre ele que inaugurou ‘Tsunamis da vida’, uma série de vídeos realizados por um grupo de universitários para refletir sobre o valor da vida (pode se ver aqui:

http://www.alfayomega.es/noticias_digital/2014/05/20140507_videoTsunamisdevida.php

Nesta entrevista, seus pais refletem sobre a incapacidade como possível motivo para abortar

Muita gente diz: «São admiráveis as famílias que não abortam quando seu filho vem com uma incapacidade, mas não é algo que se possa obrigar a alguém». Como responderiam a isto, com sua experiência?

Nossa experiência é que uma pessoa com incapacidade pode ter uma vida digna e feliz e pode constituir, também, uma presença de grandíssima ajuda para tantos, o que descobrimos em uma pessoa assim é uma esperança para nossas próprias penas, dores ou tristezas. Isto temos aprendido em casos próximos, alguns deles podem ver nas histórias de ‘Tsunamis da vida’.
E também temos a experiência pessoal que no caso que os pais biológicos de uma criança incapacitada se vejam sem forças para enfrentar seu cuidado, existem famílias que estão dispostas a acolhê-los, pudendo ter assim uma vida igualmente digna e proveitosa.

Se as instituições sociais e a Administração dedicassem só uma pequena parte das energias e recursos empregados para outros fins em ajudar, estimar publicamente e fomentar decididamente a acolhida destas crianças em suas famílias biológicas ou em outras de acolhida, estou convencido que muitas mulheres que planejam abortar lhes seria aberta uma alternativa mais libertadora que a que se oferece hoje em dia como única saída razoável.

Como reagem diante da ideia de que a vida de Peter pudesse estar sujeita a danos psicológicos que causaria a sua mãe biológica?

É verdade que se parar para pensar é tremendo que um motivo assim possa ser suficiente para truncar uma vida. Por outro lado, escandalizar-se pelas leis permissivas como o aborto mas não fazer conta do drama pessonal que as pessoas de hoje em dia, tão carentes de certezas na vida, significa que cuidar de uma criança com deficiência, nos parece uma posição ideológica, estéril e até contraproducente.
O problema no fundo não é legal mas cultural não há nenhuma lei que seja capaz de mudar na raíz os motivos que geram o temor, o medo ou indiferença para com a vida. Em última instância só a experiência de saber-se querido sem condições impulsiona alguém a acolher também sem condições.

Contudo, em casa não damos muitas voltas a tudo isto, na verdade. Predomina mais o agradecimento aos pais de nosso filho por ter-lhe tido.

Que diriam ao Governo, diante da possibilidade de que aprove o aborto eugenésico pela porta de trás?

Que todos seus membros e os deputados se esqueçam por um momento de posições ideológicas e dediquem um tempo tranquilo para ver os vídeos dos ‘Tsunamis da vida’, que não são mais que uma pequena amostra dos milhares de casos, que existem em nosso país, em nossas ruas, que mostram a dignidade da vida de um deficiente e das possibilidades que se podem oferecer para uma mãe que não consegue ser capaz de trazê-los ao mundo e cuidá-los.

E que depois mantenham esses casos em seus olhos e em sua memória quando voltarem ao seu trabalho legislativo, recordando que se mesmo que as leis, como temos dito antes, não sejam a raiz da solução do problema do aborto, são importantes para favorecer certa mentalidade e para criar condições objetivas de ajuda às mães que se encontram sozinhas diante de uma gravidez não desejada e às famílias para acolherem a vida.

M.M.L.

http://www.alfayomega.es/noticias_digital/2014/07/20140724_TestimonioPeter.php

Mark Wahlberg, agora um fuzileiro naval em «O único sobrevivente», vai à missa duas vezes aos domingos.

ReligionenLibertad.com

Mark Wahlberg, ahora un Navy Seal en «El único superviviente», va a misa dos veces los domingos
Mark Wahlberg, agora um fuzileiro naval em «O único sobrevivente», vai à missa duas vezes aos domingos

Carmelo Lopez-Arias / ReL – 1 janeiro 2014 – religionenlibertad.com

O único sobrevivente é baseado em uma história real.
O ator Mark Wahlberg se declarou católico fervoroso na revista Time

Um dos grandes filmes do ano, ‘O único sobrevivente [Lone Survivor], estreou na Espanha em 1º de janeiro. Dirigido por Peter Berg, conta uma história real sucedida no Afganistão em 2005. Quatro fuzileiros, da unidade de elite dos marinheiros, foram encarregados de eliminar um chefe taliban. O cumprimento da missão exigirá aos membros do comando dar o melhor de si mesmos, em uma prova de patriotismo e irmandade (ver abaixo o trailer).

Mark Wahlberg, de conhecidas convicções católicas, é o protagonista do filme, e em uma das entrevistas de promoção não duvidou em reafirmar sua fé quando o interrogaram por isso.

A fé “é a parte mais importante de minha vida. Não forço ninguém a ela, nem tento ocultá-la”, declarou ao Parade. E esta é sua resposta quando perguntam a ele como passa os domingos: “Se as crianças foram boas, compro donuts às 6:30 da manhã e digo para deixarem a mamãe dormir. Então vou à igreja às 7:30, e quando volto todos estão tomando o café da manhã. Depois, se as coisas não estiverem demasiado agitadas, volto para a missa das 10:30. Mas se algum dos meninos saiu, vamos vê-lo. É um bom dia para estar em família”.

Mark acabou de demonstrar como são importantes para ele os quatro filhos que tem com a modelo Rea Durham, com quem se casou na Igreja em 2009, depois de oito anos de convivência, depois de sua conversão. Em junho passado o ator, de 42 anos, tirou seu título de bacharelado, estudo que deixou em sua juventude, rebelde e cheia de problemas inclusive com a lei. Mesmo tendo a vida resolvida e para nada necessitava desse papel, quis fazê-lo por uma única razão, como explicou a People: “Não quero que meus filhos me digam: ´Você não fez, por que eu tenho que fazer?´ Todas as coisas que quiserem fazer no futuro exigem educação”.

Obter o título, além disso, foi para ele “um grande alívio”, pois teve que ir, entre outras aulas de seu velho instituto, as de matemática: “Perguntei-me: ´ Por que não fiz quando estava aqui? É muito mais difícil ter que voltar já quarentão para resolver todos estes problemas´”.

Também brinca comentando que com esses conhecimentos de matemática levará melhor seus negócios. Além de interpretar, Wahlberg produziu ‘O único sobrevivente, pois há anos combina sua faceta de ator com a de produtor. Sem faltar ao preceito dominical, isso sim. Por participação dupla se for preciso.

 o único sobrevivente

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Uma história sobre a poderosa ação protetora do Anjo da Guarda.

 Aciprensa.com

HISTÓRIAS URBANAS

Salva por um anjo

Uma história sobre a poderosa ação protetora do Anjo da Guarda

Um dia saí muito cedo de casa para deixar meu filho na casa de minha mãe. Ia dirigindo por uma avenida principal; tinha pouco tráfego e tudo estava bastante tranquilo. Sempre peço ao meu Anjo da Guarda que me ajude a dirigir corretamente meu veículo, e essa manhã meu Anjo se lembrou de meu pedido.

Um táxi que ia na pista esquerda, de maneira intempestiva chocou contra um poste e o derrubou. Eu me distraí vendo como tinha ficado o carro e não me percebi que o poste ia cair sobre meu carro. Nesse momento, a única coisa que lembro é que senti um peso sobre meu pé direito, o qual tinha no acelerador e o carro deu um tremendo arrancão.

Foram segundos, instantes que me salvaram a vida pois se o poste tivesse caído sobre sobre o para-brisas, tanto meu filho como eu teríamos tido lamentáveis consequências.

Estou certa que o Anjo que nos acompanha todas as manhãs foi quem empurrou meu pé. Por isso é importante não esquecer dos nossos “anjos da guarda” pois sempre estão velando por nós.

Nelda Villanueva

http://www.aciprensa.com

Fala Don Sante Babolin, o exorcista de Pádua: «Em um exorcismo o diabo me disse com raiva: Não suporto que se amem!»

ReligionenLibertad.com

Fala Don Sante Babolin, o exorcista de Pádua: «Em um exorcismo o diabo me disse com raiva: Não suporto que se amem!»

Habla el exorcista de Padua: «En un exorcismo el diablo me dijo con rabia: ¡No soporto que se amen!»

Don Sante Babolin

Roberto I. Zanini/Avvenire- 4 maio 2014-religionenlibertad.com

«Não duvidei nunca da existência do diabo e de sua influência no homem; mas desde que sou exorcista entendi o que significa verdadeiramente. O Maligno é capaz de destruir culturas, de destruir povos. Tem inveja do homem, inveja sobretudo sua capacidade de amar. Por causa desta inveja, muita gente sofre. Eu ensinei Filosofia na Faculdade Gregoriana durante mais de trinta anos. Quando voltei à Pádua, para minha diocese, o bispo Antonio Mattiazzo me confiou este ministério. Em sete anos eu atendi mais de 1300 pessoas com trastornos da alma mais ou menos graves. São homens e mulheres só da diocese porque eu decidi, de acordo com meus superiores, não acolher pedidos que venham de fora da diocese. Em parte porque não poderia e, em parte, porque é importante que os bispos compreendam a urgência do problema e não descuidem de nomear exorcistas».

Emergência pastoral
O que descreve Dom Sante Babolin, ordinário emérito de Filosofia com dezenas de publicações, é uma verdadeira emergência pastoral. Assim a define o mesmo. Seu último livro, que nasceu de sua experiência como exorcista em Pádua (L’esorcismo. Ministero della consolazione, Exorcismo, Ministério da consolação – ndt-), se apresenta como um manual de extraordinária eficácia, capaz de dar uma leitura do problema em cada um de seus aspectos: atento às urgências espirituais, sem mistificar a realidade e sem cair no sensacionalismo.

- No prólogo você fala, com o filósofo Maurice Blondel, que “a verdadeira filosofia é a santidade da razão”.
– É o argumento decisivo. Quando era professor (durante 40 anos: 7 no seminário de Pádua e 33 na Gregoriana), meu objetivo era unir a cátedra (a razão) com o altar (a oração), sem sobrepô-las, e considerei o ensino como um ministério. Agora que estou sempre ancorado ao altar sei que tenho que seguir usando a razão, o único instrumento que o homem possui para exercitar seu obrigado discernimento.

- E a santidade?
– Está no amor à verdade e no apego a Cristo, único exorcista; por isto, o único exorcismo é a Cruz, que venceu definitivamente o Maligno. Cristo é o novo Adão, arquétipo da humanidade nova, junto a sua Mãe, a Bem-Aventurada Virgem Maria, nova Eva, em uma relação de amor autêntico.

- O amor é buscado e vivido através da razão, ou seja, em total contraste com a cultura de hoje, que se inclina ao domínio dos sentidos.
– A cultura de hoje corre seriamente o perigo de permanecer sempre na superfície. Apreciam-se as sensações, se colecionam belas experiências… Mas não se raciocina. O tempo dedicado ao discernimento é mínimo. E isto é um problema.

- Um problema? Mas se as pessoas elogiam a espontaneidade, as coisas feitas seguindo…
– E não percebem que desta maneira a liberdade desaparece, enquanto a raíz da liberdade está na razão. A liberdade é a razão da razão, porque está na escolha, como sustenta Blondel em sua obra principal, L’Action (A ação, -ndt-), influenciada pelo De Consideratione de São Bernardo, que vê na liberdade do homem a imagem de Deus. Portanto, diminuir a razão quer dizer diminuir a liberdade, e significa ser irresponsáveis pela realidade em que vivemos, em aras do imediato, do “me apetece…”.

- É a ideologia da publicidade, dos meios de comunicação, das redes sociais.
– E dos jovens, mas cada vez mais também dos adultos, que dizem: “Se me apetece o faço”. Mas a lei, a livre convivência civil não se funda sobre o “me apetece”. Se há um compromisso não tenho que esperar que “me apeteça”. Vai nisso minha dignidade de ser humano. Tudo está vinculado: razão, liberdade, dignidade.

- Dignidade?
– Exato: dignidade. Porque a dignidade está vinculada à liberdade. Minha dignidade de ser humano se exercita no uso da razão, do discernimento, na consciência de saber o que sou: uma síntese perfeita da matéria e espírito. A santidade equivale à assinatura de subscrição: me reconheço nesse ser sagrado que sou.

- Mas temos dito que a vida de todos os dias vai sempre por outros caminhos.
– É típico do diabo afastar-nos da plenitude de nossa identidade de seres humanos. Sua arma mais sutil é a confusão, porque já não se sabe onde está a direita e onde está a esquerda, como às pessoas de Nínive, às quais foi enviado Jonas. Eu aprendi que quando há confusão o Maligno está sempre atuando. A outra arma é a sedução, a atração pelo imediato, pelo qual se encontra facilmente, pelo “tudo já, agora” e sem esforço. Mas não podemos ser livres se estamos dominados pelos sentidos e pelo instinto.

- Existem quem exalta o instinto como o que nos une à naturalidade.
– O instinto é o que temos em comum com os animais. Mas o ser humano é chamado a questionar as coisas segundo a razão. Não é escravo do instinto. É livre para dar cada dia uma resposta ao amor de Deus que se derrama sobre ele… A verdadeira liberdade se age amando. Somos livres para amar, não somos livres para ser livres.

- Como você explica em seu livro, cada vez que amamos, o diabo é derrotado?
– O Maligno sente-se incomodado pelo amor humano. Em um exorcismo o diabo me disse com raiva: “Não suporto que se amem!”. Referia-se a um casal casado. Isto me fez refletir muito sobre o papel fundamental do matrimônio. As armas que temos contra o demônio são duas: a oração, ou seja, a relação de amor com Deus Pai, e o amor pelo próximo.

O matrimônio é o sacramento do amor. Por esta razão o diabo quer destruí-lo. E muitos problemas se superam com um ato de perdão, que é um amor incrementado, que deixa “louco” ao diabo.

- Hoje, onde se esconde melhor o diabo?
– Diria que no que era o centro do pensamento grego e que está na raíz do mundo ocidental, ou seja, a dialética do logos, a distinção entre verdadeiro e falso, entre o bem e o mal: hoje, o diabo tem mais fácil o caminho para tentar aniquilar esta característica essencial do homem que quer ser livre.

Também por causa da influência de ideologias do tipo oriental (new age) se está afirmando com predomínio um modelo de pensamento analógico, ou seja, fundado sobre a verosimilhança, não sobre a verdade. Desta maneira se facilita a desorientação, se privilegia o pensamento líquido, a ciência se converte em escrava da técnica por que tudo o que é tecnicamente factível se converte em cientificamente válido… E, como temos dito, onde não existe um livre uso da razão não pode haver amor e o diabo tem o campo livre.

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Testemunho de uma mãe que perdeu as pernas para salvar seu filho de um incêndio.

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«Beijei-o, lhe disse que lhe queria e saltei com ele pela janela».

Testemunho de uma mãe que perdeu as pernas para salvar seu filho de um incêndio
Alfa y Omega – 20/05/2014

Christina Simões, uma jovem de 23 anos do estado de Massachusetts, ficou paraplégica ao saltar de sua casa – terceiro piso- para salvar seu filho de 18 meses das chamas. Não poderá voltar a caminhar, mas afirma que não lhe ocorreu melhor forma de dar sentido a sua vida que salvando seu pequeno. Deu- lhe a vida, pela segunda vez…

«Beijei-o, disse que lhe queria e saltei com ele pela janela». A jovem Christina Simões viu claro o que tinha que fazer ao ver que as chamas e a fumaça invadiam sua casa. Ela e seu filho Cameron, de 18 meses, ficaram presos após um terrível incêndio no edifício em que viviam. Não podia continuar esperando que chegasse ajuda, e entendeu que a única saída possível era a janela.

Pegou o menino nos braços e saltou de costas. Mais de dez metros de queda que tratou de amortecer só com os pés para, com os braços, protegendo seu filho. O pequeno saiu ileso, mas ela rompeu várias vértebras e, de imediato, perdeu a sensibilidade nas pernas. Arrastou o pequeno fora do alcance dos escombros incendiados que começavam a cair e, pouco depois, os dois eram levados ao hospital.


Após uma primeira cirurgia de mais de seis horas, a jovem foi estabilizada e começou um longo processo de recuperação e reabilitação, sempre acompanhada de seu pequeno. Agora, junto com Cameron e seu pai, começa uma nova vida muito diferente da que levava poucas horas antes do incêndio, mas para ela repleta de sentido: «Voltaria a fazer, é claro. Toda a dor que tenho que passar agora tem sentido ao ver meu filho correr são e salvo», dizia às câmeras de televisão que fizeram eco de sua história.

Sua família e seus amigos se mobilizaram em busca de fundos para os jovens pais, que não tem um seguro que cubra os elevados gastos derivados da nova situação de Christina. Mesmo muitos a qualificando de heroína, ela pontualiza: «Só sou mãe».

Artigo publicado originalmente por Alfa Y Omega

http://www.aleteia.org/es/salud/contenido-agregado/le-bese-le-dije-que-le-queria-y-salte-con-el-por-la-ventana-5260985048760320

Megan Alexander: Tem uma bela resposta para ‘Porque Fiquei virgem até o casamento’

LifeNews.com

meganalexander

“Inside Edition” Host Megan Alexander: Tem uma bela resposta para ‘Porque Fiquei virgem até o casamento’

por Steven Ertelt | Washington, DC | 5/1/14

Em um dia e idade quando algumas mulheres estão leiloando sua virgindade como vendem um carro usado, “Inside Audition” a apresentadora Megan Alexander tem uma bela resposta de “porque ela permaneceu virgem até o casamento”.

Megan Alexander partilha detalhes íntimos e sinceros sobre como ela decidiu permanecer virgem até a noite de núpcias. Megan Alexander – é uma correspondente de longa data para “Inside Edition”, que é geralmente quem faz as perguntas para celebridades de Hollywood revela a Fox News por que ela está na contra-cultura na questão do sexo.

Megan Alexander: “Eu acho que há muita pressão sobre as crianças de hoje para começar a ter relações sexuais. Se a minha história encoraja alguém a ter o seu tempo e encontrar a pessoa certa, então, esse era o meu objetivo “, diz ela.

“Nossa lua de mel foi romântica, especial e divertida, mas também era estressante e constrangedora”, escreveu ela. “Nós colocamos muita pressão em nós mesmos para termos o aspecto sexual do nosso casamento todo planejado. . . Esta parte íntima do relacionamento leva tempo. “

A partir da entrevista :

“O sexo está em toda parte, porque vende,” Alexander disse a Fox411. “É em capas de revistas, é em programas de televisão, é no cinema e eu acho que é bastante incomum quando alguém fala sobre a espera para o casamento na indústria do entretenimento.”

Para Alexander, a decisão de se abster de sexo antes do casamento foi fácil. Crescer em um lar cristão e afirmando sua fé para si mesma no 7 º ano, a nascida em Seattle sempre foi forte em suas crenças.

“Eu reivindiquei a minha fé para mim por volta do curso secundário”, revelou. Seus pais a enviaram para um acampamento de verão cristão onde ela foi capaz de explorar a sua fé em sua própria pele pela primeira vez. “Eu acho que nunca devemos apenas fazer o que os nossos pais nos dizem para fazer. Devemos encontrar a nossa fé e reivindicá-la para nós mesmos. Então eu aceitei Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador na 7 ª série e tomei essa decisão sozinha e isso foi a melhor coisa que eu já fiz. “

Alexander queria ajudar os outros a encontrar a sua fé, especialmente os jovens que são bombardeados com sexo todos os dias nos meios de comunicação. É por isso que ela escreveu um artigo para a Revista WHOAwomen sobre o namoro, relacionamentos e sexo.

“Eu decidi falar, porque eu sinto que os jovens de hoje, especialmente os adolescentes e jovens do novo milênio em seus 20 anos e 30 anos, há tanta pressão para apenas se envolver [fisicamente] e pensar que isso é normal”, disse ela. “Eu queria que as pessoas soubessem, ei! há outra opção. Esta é a opção que eu escolhi e pode funcionar para você também. “

Esperando para fazer sexo não é fácil, disse a correspondente da “Inside Edition”. Ela credita aos bons amigos, ao apoio da família e sua fé forte para a manutenção de sua forte decisão antes de se casar. Sem mencionar sua carreira ocupada.

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“Eu acho que a família é importante, o apoio da família, bons amigos são importantes, obviamente, a minha fé, eu acredito que é o melhor projeto de Deus para nós”, explicou ela sobre sua decisão. “Eu tinha objetivos e sonhos e fiquei muito ocupada. Eu digo às pessoas que eu estava muito ocupada na minha adolescência e nos meus vinte anos perseguindo minha carreira para ter problemas com os meninos. “

Alexander sempre soube que ela iria ficar virgem até sua noite de núpcias e seu marido Brian Cournoyer respeitou a decisão dela.

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